sábado, 27 de junho de 2009

PINTA DE CAMPEÃO!!

Cruzeiro vence e dá o primeiro passo ruma à decisão


24/06/2009 – É noite de festa no Mineirão. Mais se 52.000 pessoas lotaram o estádio para assistir o encontro entre Cruzeiro e Grêmio. O jogo era difícil, o Grêmio foi a equipe de melhor campanha na primeira fase da competição e tem uma equipe muito bem montada. A missão do Cruzeiro era reverter à vantagem gaúcha. O jogo começou tenso, as duas equipes se estudaram muito e quem criou ótimas oportunidades de gol foi o Grêmio. Aos xxx minutos Alex Mineiro errou uma finalização de dentro da pequena área e botou a bola para fora. O atacante gremista vive um jejum de mais de 4 meses sem marcar gols e desperdiçou outra oportunidade de ouro quando, mais uma vez livre, cabeceou por cima do gol de Fábio. A equipe do Cruzeiro adotou uma postura defensiva e pouco criava. A marcação exercida pela equipe gaúcha era muito dura e o Cruzeiro encontrava dificuldades na saída de bola. Aos XXX minutos, mais um lance de perigo do ataque gaúcho. O atacante argentino Maxi Lopes roubou a bola do zagueiro XXX e partiu livre em direção ao gol de Fábio. O argentino conduziu a bola com tranqüilidade até a entrada da área escolheu o canto direito e com categoria botou a bola pela linha de fundo. Mais uma ótima oportunidade desperdiçada pelo time gremista. O futebol tem algumas máximas e às vezes os velhos jargões vêm para temperar o espetáculo e mais perigoso deles esteve presente no Mineirão: “Quem não faz, leva!” de tanto desperdiçar oportunidades o Grêmio acabou sofrendo o gol. Aos 43 minutos, Wellington Paulista em uma nela cabeçada abriu o placar, Cruzeiro 1, Grêmio 0. O gol veio na hora certa e o Cruzeiro terminou o primeiro tempo com a vantagem no placar.
Se existe hora certa para sair gol, o segundo gol celeste veio em um momento decisivo. Foi logo no início do segundo tempo. Após cobrança de escanteio a bola sobrou para XXX, que, em um lance muito semelhante ao gol do título da libertadores de 1997, bateu para o gol. A bola desviou na defesa gaúcha e enganou o goleiro XXX que nada pode fazer para evitar o segundo gol celeste. Com a vantagem perdida, a equipe do Grêmio ficou em uma posição delicada. Se tentasse atacar, poderia diminuir a vantagem do Cruzeiro, mas para isso deveria ter cautela, pois se tomasse o 3° gol se complicaria ainda mais na partida. E foi justamente o que aconteceu. Aos XXXX minutos xxxx , em uma bela cabeçada, em um dos pontos fortes do time comandado por Adilson Batista, ampliou a vantagem celeste, Cruzeiro 3 a 0. Para o Grêmio, aquilo que parecia difícil ficou pior ainda.
Para os gaúchos a tragédia só não foi maior graças ao meia Souza. Em uma cobrança de falta perfeita, o meia diminuiu a vantagem azul.
Placar final: Cruzeiro 3, Grêmio 1. Essa foi apenas a primeira partida da semifinal que determinará quem representará o Brasil na final da taça Libertadores. 2009. A segunda partida acontecerá na próxima quinta feira no estádio Olímpico e o Cruzeiro pode até perder a partida por 1 gol de diferença para se classificar para a decisão. Ao Grêmio, resta apenas a vitória por no mínimo dois gols de diferença para conquistar a classificação. Vamos aguardar.

sexta-feira, 26 de junho de 2009

APÓS SETE RODADAS, ATLÉTICO ASSUME A LIDERANÇA ISOLADA DO BRAISLEIRO

Com 17 pontos conquistados, o Galo é hoje o time de melhor campanha no Campeonato Brasileiro. Até agora, o Atlético disputou sete partidas e é o único Clube invicto na competição. O time comandado por Celso Roth empatou duas e venceu cinco partidas na competição. O sucesso da equipe é resultado do bom trabalho desenvolvido pelo treinador. Com a chegada de Celso ao comando o time adquiriu padrão de jogo. Ou seja, o time tem agora uma maneira de jogar. Mantém a mesma postura tática jogando dentro ou fora de seus domínios. Mesmo estando longe de sua torcida a equipe consegue impor seu ritmo de jogo aos adversários utilizando a sua principal arma; a velocidade. E foi ela, a velocidade, mais uma vez muito bem utilizada para vencer o Santos na Vila Belmiro. A equipe santista começou a partida querendo mostrar ao Atlético que quem manda na Vila é peixe. Logo aos três minutos de partida, a equipe santista acertou o travessão defendido pelo goleiro Aranha. O enredo do jogo seria de muita pressão por parte da equipe santista e de muitas jogadas de contra-ataque por parte do time atleticano. Aos 15 minutos, em um contra-ataque, o goleiro Fábio Costa saiu do gol para interceptar um lançamento para o atacante Tardelli e deixou o campo contundido. O maldoso goleiro santista saiu do gol com muita velocidade, diria até desproporcional, foi aquele tipo de lance em que o goleiro sai mais para intimidar o atacante adversário do que para cortar a trajetória da bola. A contusão, no joelho esquerdo, foi grave e Fábio deixou o campo chorando muito. Após a substituição do goleiro contundido o jogo não mudou de ritmo. O Santos pressionava, e o Atlético continuava explorando os contra-ataques. A defesa atleticana suportou bem a pressão até que aos 43 minutos o jovem craque Neimar abriu o placar com um chute rasteiro no canto esquerdo do goleiro aranha que nada pode fazer.
Já no segundo tempo o Atlético mudou de postura. O jovem Chiquinho, improvisado na lateral esquerda, deu lugar ao talentoso Marcos Rocha. O time criou boas oportunidades de gol com a dupla Éder e Tardelli. Aos XXX minutos Tardelli esbanjou categoria e de “chapa” colocou a bola no fundo das redes santistas e empatou a partida. Com o empate, a equipe santista veio para cima e abriu mais espaços para o ataque atleticano usar sua arma fatal: a velocidade. Não demorou muito para sair a virada. Aos XXX minutos o meia Evandro marcou uma pintura. Após receber passe de Tardelli, na entrada da área, o meia teve muita frieza para driblar o zagueiro e escolher o canto direito rasteiro do gol do peixe. Apesar de ter se abatido com o gol de empate, a equipe santista continuou atacando e criou algumas boas oportunidades de gol. Após uma falta para a defesa atleticana o goleiro Aranha fez um lançamento na medida para o meia Carlos Alberto que, em velocidade, invadiu a área e bateu cruzado sem chances para o goleiro XXXX. Além da virada, o Atlético conseguiu uma boa vantagem no placar; Galo 3, Santos 1. Em apenas XXXX minutos o Atlético virou a partida e só restava agora administrar a vantagem e aguardar o término da partida. Ao time santista a única alternativa que restava era o ataque. Aos 43 minutos veio o segundo gol do peixe. Após cobrança de escanteio, Welton Felipe disputou o lance no alto com Kléber Pereira, a bola sobrou para o veterano lateral Léo que com um belo voleio diminuiu o placar adverso. A essa altura o tempo ainda era aliado do Atlético, bastava à equipe mineira manter a bola no ataque e garantir o placar, restavam apenas dois minutos para o término do tempo regulamentar. O árbitro da partida, XXXXX determinou que teríamos mais três minutos de jogo depois de esgotado o tempo regulamentar, portanto, restavam cinco minutos para o Atlético sair de campo com a vitória. 45 minutos: o Santos continuava atacando e o Atlético seguia desperdiçando ótimas oportunidades de definir a partida. Aos 47 minutos o árbitro pediu a bola ao goleiro do Santos e encerrou a partida. Logo que ergueu o braço, toda a equipe santista foi para cima do árbitro. A revolta santista era justa. O árbitro tinha determinado que a partida teria mais três minutos além do tempo regulamentar, portanto, ainda restava mais um minuto de jogo. Vale ressaltar que o árbitro é a autoridade máxima dentro de campo e que pode determinar o término da partida a qualquer instante. Se considerar que o tempo de jogo percorrido já foi suficiente, pode terminar a partida. Com toda a confusão arrumada, XXX resolveu voltar em sua decisão e dar mais um minuto de partida.
À equipe do Santos restava somente atacar, era tudo ou nada. E o que já era confusa ficou pior ainda. POLÊMICA: aos 48 minutos, em uma falta ao lado da grande área, o Santo conseguiu o chegar ao empate. A bola, alçada no primeiro poste, sobrou livre na pequena área para o colombiano Molina marcar de cabeça o gol de empate. Se para os Santos o gol foi legal, para o árbitro não. XXXX havia parado o lance antes que o jogador santista finalizasse a jogada, o que fez com que toda a defesa atleticana parasse no lance. O árbitro havia parado o lance devido a uma falta de ataque cometida por Kleber Pereira. De fato o atacante santista cometeu a infração. Segurou o jogador atleticano e não permitiu que ele cortasse a trajetória da bola. O lance foi polêmico. Muitos dizem que o gol foi legal e que o “agarra-agarra” na grande área é uma coisa normal, que faz parte do futebol. Na minha opinião, Kleber Pereira cometeu a falta e a polêmica se tornou maior devido às circunstâncias da partida.

segunda-feira, 11 de maio de 2009

Galo se despede da Copa do Brasil

Na primeira partida, disputada em Salvador, o time alvinegro esteve apático em campo e foi derrotado por 3 a 0 pela equipe baiana. Para se classificar para a próxima fase, o Atlético precisaria vencer a equipe do Vitória por um placar com um diferença superior a 4 gols. A missão, apesar de difícil, não era impossível. O Vitória, comandado pelo técnico Paulo César Carpegiani, venceu a primeira partida por 3 a 0 mais pelas deficiências apresentadas pelo Atlético do que por seus qualidades técnicas. O time é tecnicamente muito fraco e cresceu diante de um Atlético ainda abatido pela goleada sofrida na final do Campeonato Mineiro. No jogo de volta, disputado no Mineirão, as duas equipes tinham objetivos bem definidos. O Atlético, dono da casa, tinha a obrigação de atacar e tentar diminuir a ampla vantagem conquistada pelo Vitória. Já a equipe baiana veio a Belo Horizonte com a proposta e segurar o Atlético , evitar uma goleada e garantir a classificação para a próxima fase. Apesar do placar adverso, o Atlético se manteve muito calmo durante toda a partida. O time estava focado e muito concentrado em seu objetivo. Jogando contra um Vitória acuado, diria até covarde, pois se tivesse vindo a BH para encarar o Atlético tinha boas possibilidades de vencer, era nítido que os gols do Atlético sairiam naturalmente. O primeiro gol saiu dos pés de Renan. Aos xxxx , após uma finalização de Tardelli acertar a trave do gol defendido por Viafra, Renan teve o trabalho de apenas empurrar a bola para o gol vazio. Durante o primeiro tempo o Atlético criou poucas oportunidades, a dupla Tardelli e Éder Luís estava em noite pouco inspirada. Enquanto para o Atlético o tempo era inimigo, o relógio passava cada vez mais rápido, para o Vitória cada minuto parecia durar uma eternidade. A equipe baiana valorizava cada instante de bola parada. Cobrança de faltas, laterais, tiros de meta e escanteios eram valorizados ao extremo pelos jogadores baianos. Fizeram uma catimba irritante até o fim da primeira etapa.
No segundo tempo o Atlético voltou disposto a definir o jogo. Com as entradas de Alessandro, no lugar de Rafael Miranda, e do meia Tchô, no lugar do apagado Fabiano, o técnico Celso Roth avançou o atlético para o campo de ataque e expôs um pouco mais a sua defesa. Era o que precisava ser feito afinal o Atlético tinha pouco mais de xxxx minutos para fazer mais três gols. Com a saída de Rafael Miranda, o meio de campo do Atlético ficou mais vulnerável aos poucos, mas perigosos ataques do time baiano. Aos xxx minutos, após um erro de Leandro Almeida na saída de bola, Rafael Miranda foi obrigado a cometer pênalti sobre o atacante xxxxx. Se convertesse o pênalti, o time do Vitória só sairia eliminado do Mineirão se o atlético vencesse a partida pelo placar mínimo de 5 a 1, ou seja, se tomasse o gol, o Atlético teria que fazer mais quatro. Xxx partiu para a cobrança, bateu forte e a bola saiu a meia altura, do lado direito do goleiro Juninho. O goleiro atleticano se esticou todo e evitou o gol do time baiano. Com a defesa a equipe atleticana continuou acreditando que poderia reverter a situação. O Galo continuou pressionando a aos XXX minutos Welton Felipe, após cobrança de escanteio marcou o segundo gol atleticano da noite. Após o gol o Vitória não mudou de postura e continuou acuado em campo, o jogo foi praticamente de apenas uma equipe. A postura adotada pelo Vitória deixa nítida que mais gols atleticanos sairiam. Aos 40 minutos do segundo tempo Alessandro marcou o gol que igualaria o placar agregado da primeira com a segunda partida e que levaria a decisão da vaga para a disputa de pênaltis. Após o terceiro gol atleticano é que o Vitória de viu obrigado a atacar e a sair mais para o jogo. Se continuasse com a mesma postura o quarto gol atleticano viria com certeza. E aproveitando um descuido da defesa do Vitória, Alessandro conseguiu lançar a bola para Tardelli que cara-a-cara com o goleiro Viafra desperdiçou a bola do jogo. Seria o lance para lavar a alma do atleticano e definir a classificação. Tardelli, já demonstrando sinais de cansaço, bateu fraco, nas mãos do goleiro e após desperdiçar essa ótima oportunidade, a sorte do Atlético seria lançada na disputa de pênaltis.
Tardelli, com muita categoria, foi o primeiro a bater. Chutou forte na parte lateral da rede, sem chances para Viafra. Alessandro, Elder granja e Tchô também converteram. Todos os jogadores do Vitória bateram muito bem e a responsabilidade de realizar a ultima cobrança cauí nos ombros de Leandro Almeida. O cobrança foi péssima e a defesa do goleiro Viafra garantiu a classificação do Vitória para enfrentar o Vasco na fase seguinte da competição.

quarta-feira, 1 de abril de 2009

CRUZEIRO CONQUISTA O MINEIRO

O Cruzeiro sagrou-se campeão mineiro 2009 após uma campanha incontestável.Mesmo poupando alguns de seus jogadores para a dsiputa da Copa Libertadores, o time azul não encontrou dificudades para conquistar o título. Durante todo o campeonato a equipe comandada por Adilson Batista não encontrou adversários. O Cruzeiro conquistou o bi-campeonato de forma invicta. A receita para o sucesso do time da toca da raposa, além da qualidade técnica de seu planteu, é o entrosamento. O time mantém a mesma espinha dorsal a mais de um ano. Fábio, Ramires, Marquinhos Paraná e cia fazem com que o Cruzeiro seja hoje um dos melhores times do país.
Durante a fase de classificação foram 11 jogos, com 7 vitórias e 4 empates o Cruzeiro se calssificou na segunda colocação e foi a única equipe invicta na competição.Na fase de quartas-de-final o Cruzeiro enfrentou o Tupi.No mineirão uma vitória magra, 1 a 0. No jogo de volta, em Juiz de Fora, o Cruzeiro conseguiu uma goleada histórica,venceu o jogo por 7 a 2. Na fase de semi-final a goleada veio no primeiro jogo 4 a 1 sobre o Ituiutaba. No segundo jogo o Cruzeiro só administrou a vantagem e venceu o Ituiutaba por 2 a 1.Na grande final o encontro com a equipe de melhor campanha na primeira fase, o Atlético. Nem o mais otimista dos cruzeirenses e muito menos o mais pessimista dos atleticanos poderia imaginar que o resultado da decisão do ano anterior se repetiria. Assim como em 2008, o Cruzeiro goleou o Atlético decidindo o título logo na primeira partida. O placar, o mesmo de 2008, se repetiu 5 a 0 para o Cruzeiro que pôs a mão na taça. Na segunda partida foi só esperar o apito final para fazer a festa. O placar, 1 a 1, pouco importou e nada influenciou na conquista do título. Parabéns a equipe comandada por Adilson.

A BATALHA DE QUITO

Em partida realizada pela 11ª rodada das eliminatórias da Copa do Mundo 2010 o Brasil tomou um sufocu da seleção equatoriana.

A seleção brasileira não fez uma boa apresentação e levou um sufuco da seleção do Equador. O resultado, 1 a 1, deve ser muito comemorado pela seleção brasileira. O fraco futebol apresentado pela equipe de Dunga não reflete a tradição da camisa amarela. A seleção de amarelo, era a selção do Equador. O Equador entrou em campo com a camisa amarela e, com um futebol surpreendentemente envolvente, acuou a seleção brasileira no campo de defesa.O placar final acabou fazendo justiça. O Brasil pouco criou e não merecia vencer a partida. Já o Equador dominou o jogo e não mercia sair de campo com a derrota.
O Brasil não se encontrou em campo e as atuações de Robinho, Ronaldinho Gaúcho e Luís Fabiano foram apagadas. O destaque vai para a defesa. As atuações de Lúcio, Luisão e principalmente do goleiro Júlio César fizeram com que o Brasil não saísse de campo com uma derrota humilhante para a seleção do Equador. A equipe equatoriana atacou muito, dominou o jogo e perdeu inúmeras oportunidades de gol durante todo o primeiro tempo. Na segunda etapa o técnico Dunga mexeu na equipe. O volante Josué entrou no lugar de Elanoe Júlio Batista no lugar de Ronaldinho Gaúcho. Durante o segundo tempo a pressão equatoriana continuou, a equipe criava e perdia muitas oportunidades.
Existem velhas máximas no futebol que eventualmente visitam os gramados e fazem do futebol um esporte apaixonante. Um velho ditado esportivo passeou pelo gramado em quito: "quem não faz, leva".Foi justamente isso o que aconteceu. Em um contra ataque rápido, Júlio Batista recebeu passe de Robinho e bateu forte. O chute acertou a trave esquerda do goleiro Cevalhos que se esticou para realizar a defesa mas não conseguiu chegar na bola. Após tocar a trave a bola voltou e bateu nas costas do goleiro e foi para o fundo das redes; Brasil 1 a 0. A seleção equatoriana sentiu o gol e visivelmente abatida demorou alguns minutos para assimilar o golpe e se recuperar. Após o susto o jogo voltou a ter a mesma cara de antes, apenas o Equador estava em campo.Aos 44 minutos veio o gol que fez justiça. Após uma bola rasteira cruzada com violência para o meio da área, o ataque equatoriano finalizou a queima roupa contra o gol defendido por Júlio César que milagrosamente evitou o gol de empate a princípio. A violência do chue foi tão grande que Júlio não conseguiu agarrar a bola e após o rebote, Noboa empatou a partida. O placar foi justo para as duas equipes. O pífio desempenho da seleção brasileira não pode ser justificado pelos mais de 2.000 metros de altitide da cidade de Quito. As atuações de Ronaldinho Gaúcho, Robinho e Cia. não refletem o verdadeiro futebol brasileiro. A equipe comandada pelo capitão do tetra apresenta um futebol de pouco conjunto, e as dificuldades mostradas em campo fazem com que a seleção brasileira pareça um time comum. Um daqueles que disputam um campeonato regional qualquer e que ao emfrentar um clube grande se fecha na defesa. É certo que a ausência de Káká foi muito sentida pela equipe mas, o Brasil nunca dependeu do talento de apenas um jogador para conquistar seus cinco títulos mundiais. A história da seleção Brasileira foi construida com muita luta e essa seleção que entra em campo não reflete envergonha gerações de craques imortais. Acredito que para reviver o espírito vitorioso da seleção só mesmo o eterno Zagallo, e o seu enigmático número 13, no auge dos seus mais de 50 anos dedicados a seleção para revigorar uma seleção apática.

terça-feira, 31 de março de 2009

A Caminho da Decisão

Atlético e Cruzeiro venceram na primeira rodada das quartras-de-final do Campeonato Mineiro 2009.
O Cruzeiro venceu o Tupi por 1 a 0 no Mineirão. O gol foi marcado por Marquinhos Paraná após uma bola alçada na área por Kléber. Apesar da vitória, a diretoria cruzeirense protestou contra a arbitragem. Segundo os dirigentes celestes o árbitro Paulo César de Oliveira não marcou um pênalti claro a favor do cruzeiro. O ábitro, filiado a federação paulista de futebol, apitou a partida a convite do próprio Cruzeiro que não aceita mais árbitros da Federação Mineira de Futebol. A polêmica envolvendo a arbitragem mineira começou após a declaração do presidente do Atlético de Alexandre Kalil. Após o clássico, o folclórico dirigente atleticano afirmou que existe uma quadrilha dentro da Comissão de Arbitragem da Federação Mineira de Futebol. " Essa quadrilha tem que ser desmontada. Temos que tirar o Lincon da presidencia da comissão" - afirmou o presidente do Atlético. Após as acusações, Lincon Afonso Bicalho não se pronunciou, fato que provocou estranhesa por parte da diretoria do Cruzeiro. Confira aqui as declarações do presidente do Cruzeiro Zezé Perrela.

Em Uberaba o Atlético venceu o time da casa por 1 a 0. O técnico Emerson Leão utilizou uma formação ofensiva e escalou a equipe com três atacantes: Diego Tardelli, Éder Luís e o jovem Kléber. O trio, ainda sem muito entrosamento, teve muitas dificuldades para criar oportunidades de gol. Além da falta de entrosamento, as condições do gramado também prejudicaram o espetáculo. As chuvas que cairam em todo estado durante o final de semana castigaram o sofrível gramado do Uberabão. O ataque do Atlético não teve uma boa tarde. Dos três que começaram jogando, Kléber foi o que menos correspondeu. O jovem atacante demonstrou uma perigosa, e ainda aceitável, insegurança. Pareceu um pouco afoito em campo, tentava criar mas não conseguiu produzir nada que pudesse ser aproveitado pelo ataque alvinegro. O primeiro tempo foi morno, o Atlético apresentou muitos altos e baixos. A formação adotada por Leão, utilizando três atacantes e sacando Márcio Araujo do time, deixou o meio de campo vulnerável. A opção do treinador foi a de utilizar dois volantes para dar uma maior liberdade ao meia Renan Oliveira. O meia atuou de maneira discreta durante os 15 minutos que esteve em campo. Criou uma boa oportunidade de gol quando, ao receber
uma bola do goleiro Juninho, fez um belo lançamento para Tardelli que quase abriu o placar. Tardelli fintou o zagueiro e bateu para o gol encobrindo o goleiro. o gol atleticano só não aconteceu pois Ivonaldo estava na cobertura e não deixou a bola entrar.
No lance seguinte, Renan Oliveira se contundiu após um choque com o jogador do Zebu. Com o pé esquerdo "preso" no chão recebeu um tranco violento e a carga foi toda recebida pelo joelho do jogador. Renan deixou o campo com muitas lágrimas e com uma forte entorçe no joelho. O seu substituto foi o meia Lópes que entrou com muita disposição. Durante todo o restante do primeiro tempo o Atlético continuou pouco criativo.
No intervalo da partida Leão mecheu no time. substituiu o apagado atacante Kléber pelo recém contratado Mariano Trípodi. Pouca coisa mudou. Trípodi não acrescentou nada ao ataque alvinegro que dependia das boas jogadas de Tardelli e Éder Luís. Aos seis minutos do segundo tempo veio o gol que deu a vitória ao Atlético. Após receber uma bola enfiado por Trípodi, Éder Luís bateu cruzado no canto direito sem chance para o goleiro Laílson. Curiosamente Éder não comemorou o gol. Após marcar, o Atlético apenas administrou a ampliada vantagem até o término da partida. Aos 26 minutos aconteceu um reencontro muito aguardado pela torcida atleticana: Lópes deixou o gramado para o retorno de Rafael Miranda. No jogo de volta, no Mineirão, dia 08/04/2009 o Atlético pode até perder por um gol de diferença que se calssifica para a fase semi-final.

sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009

Em tarde pouco inspirada o Galo vence o Rio Branco

O Galo encontrou muitas dificuldades para vencer a equipe de Andradas. Os problemas do time comandado por Emerson Leão continuam visíveis. Com um meio de campo pouco criativo, muitos jogadores estão contundidos como Renan Oliveira e Lopes, o Atlético teve muitas dificuldades para criar oportunidades de gol. A esperança, o jovem meia Carlos Júnior infelizmente não correspondeu às espectativas. Ainda no primeiro tempo, o jogador que fazia sua estréia em diante da torcida, foi expulso. O jogador, que já tinha levado um cartão amarelo, se irritou após não conseguir dominar uma bola “boba” na lateral do campo, perdeu a cabeça e chutou a bola com raiva após deixá-la escapar pela lateral. Recebeu o segundo amarelo e foi expulso de campo. O Atlético encontrava muitas dificuldades no meio de campo com 11 jogadores em campo e sem Carlos Júnior, ficou pior. Mesmo assim, o time ainda conseguiu abrir o placar ainda no primeiro tempo. Um dos destaques do time na temporada, o meia Carlos Alberto, abriu o placar após receber um lançamento livre na área aos 43 minutos.
O segundo gol saiu já no segundo tempo. Após bela jogada individual, Éder Luís marcou. Recebeu a bola na intermediária e a conduziu para o meio e, de dentro da meia lua, bateu forte para o fundo das redes defendidas pelo goleiro Glaison. Foi um belo gol que premiou todo o esforço do, ás vezes, atabalhoado Éder Luís. O atacante é um bom jogador mas, após o seu inexplicável empréstimo ao São Paulo em 2008, precisa reconquistar a confiança da torcida. Éder está em ascensão, e segundo Leão, essa ascensão é graças à alegria com que Éder está jogando bola.